O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirma que o fator político é essencial para viabilizar a privatização da Petrobras, mas alerta: o processo de desestatização deve levar bastante tempo. Montezano disse nesta quinta-feira, 12, que ainda não foi procurado formalmente para tratar de estudos de modelagem da privatização da estatal, mas sinalizou que dificilmente a desestatização aconteça em 2022, visto que o menor prazo que o banco já conseguiu para um processo semelhante foi de 15 meses. “Qualquer privatização é uma operação delicada, em geral por ações sofisticadas com muitos impactos para sociedade, impactos políticos. Tem que ser discutida a nível político também. Então temos que ter cautela, parcimônia e cuidado nessas análises, assim como fazemos em todo portfólio. O que posso dizer é que ao longo de seis meses dá para evoluir nos estudos do que é melhor para a sociedade”, pontuou. A possível privatização da Petrobras começou a ser discutida nesta quinta-feira, 12, em reunião do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, e do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ambos querem encaminhar estudos para a desestatização.
fonte Jovem Pan
Nesta quarta-feira, 16 de agosto, a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social…
No dia 15 de agosto, por volta das 8h30 da manhã, uma queda de energia…
Nesta terça-feira, 15, a Prefeitura do Rio de Janeiro, em conjunto com o Ministério Público…
O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira, 15, a imposição de um estado de…
A Polícia Militar (PM) efetuou a prisão de um influente membro do Primeiro Comando da…
Além de ser uma data de celebração e reconhecimento, o Dia dos Pais também traz…