Bonito aos olhos e delicioso no paladar


Voltando ao passado, usando “fogo de verdade” – de lenha ou carvão – e explorando diversas formas de assar, diferentes carnes, cortes e ingredientes, como legumes, frutas e até pães e doces, as festas no estilo “Churrascada” têm atraído cada vez mais fãs. Aqui em Rio Preto recentemente teve “O Braseiro – entre cortes”, que fez bastante sucesso.
São várias técnicas, como o conhecido fogo de chão, a parrilla, famosa na Argentina, o pit, bastante difundido nos Estados Unidos… agora, o varal chama muita atenção. Nele os ingredientes ficam suspensos e a brasa fica logo embaixo. São usados ganchos e correntes para controlar a distância do fogo e chegar no ponto desejado.
Ficou mais conhecido com aves, legumes e frutas, que levitam e colorem o espaço, mas o varal também é usado para carnes bovinas e suínas… O abacaxi que assa pendurado com casca e tudo fica super suculento… Na parte inferior, próximo à brasa, normalmente são colocados acompanhamentos como legumes, que recebem a gordura que pinga das carnes e ficam realmente especiais – a batata doce e a abóbora cabotia ficam particularmente deliciosas.

De 10 a 13 de abril, Alexandre Villela, o Badaró, vai montar seu varal durante a 1a Semana Cervejeira Artesanal e Gastronomia, servindo frango, cupim, copa lombo, um leitão inteiro, legumes na brasa, milho no missô e pimentão com ovo. Também vai fazer uma costela no fogo de chão, fechando a semana no Dia das Mães com um arroz caldoso de costela e surpresas no seu pit. Vale ver de perto e provar estas delícias… tudo acompanhado de belas cervejas.

A cerveja no estado de SP


De repente tá na boca do povo. A cerveja, que antes era só parte de um ritual agora virou moda e acompanha a conversa toda. Mas, quando foi mesmo que isso aconteceu? A cerveja artesanal, especial ou até “gourmet” e “premium” é uma febre que já dura muito tempo, mas a pouco foi que chegou com mais tempero no copo dos apreciadores da bebida do país todo.
No Brasil temos mais de 600 fábricas de cerveja, daquelas que são consideradas artesanais, de menor porte. As microcervejarias estão onde a sede e a curiosidade está e por isso temos descoberto o quão curioso é o brasileiro. O mercado cresceu em cervejarias, profissionais, empórios, bares e a cultura cervejeira vem se entremeando até nos restaurantes.
Nesses 20 anos de cultura cervejeira se espalhando por todo estado, os consumidores que buscam novas experiências sensoriais e ainda o entretenimento da cerveja ganharam a liberdade de poder escolher o que mais gostam e ainda mais, cerveja fresca e de boa qualidade perto de casa.

No evento que acontece dos dias 8 a 13 de maio, a 1º Semana da Cerveja Artesanal e Gastronomia, no espaço Biergarten do Santo, faço uma palestra onde irei ilustrar um pouco melhor este cenário e debater como o mercado cresceu e onde falta chegar. Espero todos vocês lá!

 

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